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10 horas nas mãos da ocupação israelense A jornalista Soraya Misleh, Diretora de imprensa do ICArabe, relata o que passou com mais 3 brasileiros na fronteira entre Jordania e Israel. Mensagem vinda de um grupo de quatro brasileiros revela o totalitarismo utilizado pelo Estado de Israel para impedir que palestinos e descendentes retornem à sua terra de origem. Soraya Misleh, Hasan Zarif, Muhamad Kadri e Ibrahim Hammoud sairam do Brasil dia 14 para visitar seus familiares e aproveitaram para "apoiar as manifestações pacificas para lembrar o dia da nakba palestina e exigir o direito inalienavel de retorno do povo palestino", como explicam na mensagem. No dia 15, dia da Nakba, já estavam entre os refugiados palestinos na Jordânia e acompanharam os protestos e fizeram parte de uma grande cerco às fronteiras palestinas, ocupadas por Israel, e que foi reprimido com violência. Um jovem da Jordânia foi morto, causando revolta na população e nos campos de refugiados, e a expectativa é de que as manifestações prossigam nas fronteiras. Mais de dez manifestantes foram mortos no Líbano, nas mesmas celebrações da Nakba - que significa a catástrofe da expulsão do povo palestino promovida em 15 de maio de 1948 para dar lugar ao Estado de Israel . Detenção na fronteira Nesta segunda-feira, o grupo brasileiro tentou entrar na Palestina , mas foi barrado pelas forças da ocupação. "Ficamos sete horas sendo intimidados, isolados uns dos outros, ameaçados, sofremos tortura psicológica nos interrogatórios, privação, revistas no corpo e bagagens. Fomos tratados como verdadeiros criminosos", informam em sua mensagem. Soraya Misleh, jornalista da Ciranda e integrante do movimento, relata que os brasileiros ficaram horrorizados com a intolerância diante de manifestações pacíficas e o total desrespeito aos direitos das pessoas detidas. "Estou abalada e muito indignada", ela relata. "Nos intimidaram de todas as formas, durante horas seguidas". O grupo diz ter sentido na pele que "a criminalização dos movimentos sociais que tanto combatemos é uma prática comum por parte do Estado sionista" e que "vários brasileiros e brasileiras descendentes de árabes ou ativistas já passaram por essa situação inaceitável". Go back to Jordan! Os quatro brasileiros portarão agora um passaporte carimbado com a "entrada negada" ao Estado de Israel, o que na prática os impedirá de visitar parentes, amigos ou de participar de missões solidárias ao povo palestino. Além de causar-lhes outros constrangimentos em viagens internacionais, necessárias quando se trata de apoiar as causas de um povo expulso de seu próprio país. Soraya já esteve antes na Palestina, participando de atividades do Fórum Mundial de Educação, fazendo cobertura jornalística para a imprensa alternativa brasileira e do universo do Fórum Social Mundial. Os passaportes carimbados foram devolvidos sem qualquer explicação. Segundo o grupo, tudo que ouviram foi: Go back to Jordan! "Nos levaram até a saída e nos colocaram num onibus em que ficamos quase duas horas junto a um senhor de origem árabe, também banido". Durante esse tempo, não tiveram autorizacao para sair do local, novamente sem justificativa. "Ao todo, passamos quase dez horas sem comer e sem beber - tomamos um copo de água e duas bolachas após insistirmos muito e pressionarmos". Considerando que não é um caso isolado, já que "há diversos relatos de discriminação, sobretudo contra ativistas e cidadãos e cidadãs de origem árabe" e que os israelentes "jamais seriam tratados assim no Brasil", o grupo quer providências do governo brasileiro e pede ao movimento social que pressione por medidas para que " nenhum brasileiro passe novamente por isso". Nesta terça-feira, o grupo irá à embaixada brasileira de Amã denunciar os maus-tratos e abusos de que foram vítimas, exigindo do governo providências após a atitude arbitrária de Israel contra cidadãos brasileiros tratados como criminosos. Fonte: Ciranda Internacional da Informação Compartilhada


A jornalista Soraya Misleh, diretora de Imprensa e Divulgação do ICArabe, relata o que passou com mais três brasileiros na fronteira entre Jordânia e Israel.

Ter, 17/05/2011 - 21:32

 

Assembleia Legislativa de São Paulo realiza Sessão Solene em homenagem ao Dia do Islamismo A atividade contou com a participação das crianças da Sociedade Muçulmana de São Bernardo do Campo apresentando cantos islâmicos.  O Dia do Islamismo foi comemorado na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo por meio de uma Sessão Solene na última sexta-feira (13). A iniciativa do deputado estadual Simão Pedro teve como objetivo reforçar a democracia com a abertura de um espaço para a comemoração da data e abordar os aspectos positivos desta cultura tão rica. “A religião muçulmana tem crescido muito nos últimos anos e está presente em diversos continentes. A troca de informações e culturas é fundamental para a construção da nossa sociedade”, disse o deputado. Representantes da Liga da Juventude Islâmica do Brás, membros da União Islâmica e da sociedade islâmica no Brasil, a ex-deputada Haifa Madi (autora da Lei que intitulou o 12 de maio como o Dia do Islamismo), Verônica Saifi (representante da mulher muçulmana do Brasil), Ahmad Abdul Ghani El Hayel (mais velho membro da sociedade Islâmica no Brasil e ex presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana de São Paulo), e Soraya Smaili (Diretora Cultural e Científica do ICArabe) estiveram presentes no evento, que contou com a participação das crianças da Sociedade Muçulmana de São Bernardo do Campo apresentando cantos islâmicos.Uma exposição sobre a religião muçulmana foi ianugurada próxima ao plenário Juscelino Jubitscheck de Oliveira, local onde foi realizada a Sessão Solene. Ao final da Sessão, todos se reuniram em um coquetel comemorativo. Fonte: Site do deputado Simão Pedro

A atividade contou com a participação das crianças da Sociedade Muçulmana de São Bernardo do Campo apresentando cantos islâmicos. 

Ter, 17/05/2011 - 21:26

 

Livro e DVD homenageiam a vasta obra do Prof. Aziz Nacib Ab´SaberPresidente de honra do ICArabe lança coletânea de suas obras mais importantesQuarta-feira, dia 11 de maio, às 18h30, ocorreu no campus da USP uma homenagem ao professor Aziz Ab´Saber no anfiteatro da História, organizada pelo Centro Acadêmico da Geografia. Na ocasião, foi lançado o livro “A Obra de Aziz Nacib Ab´Saber” (editora Beca) que reúne suas publicações mais importantes comentadas por diversos autores. O livro traz um CD contendo a totalidade da obra de Ab´Saber (!), além de entrevista e acervo de fotos antigas. A homenagem iniciou-se com um depoimento do prof. José Bueno Conti, ex-aluno de Ab´Saber, resgatando fatos desde a década de 1950 e ressaltando a importância do prof.Aziz na formação dos alunos e no estímulo ao trabalho de campo. O professor Conti mostrou-nos a primeira aula do prof.Aziz e o primeiro caderno de campo com anotações originais. Em seguida, houve mais duas falas que se constituíram em depoimentos elogiosos à vida e à obra de Ab´Saber, ressaltando o caráter militante do professor diante de questões ambientais e sociais de interesse nacional.Finalmente, o próprio professor homenageado, demonstrando de início certo constrangimento com o caráter de homenagem do evento, logo se sentiu muito à vontade e presenteou a todos com seus depoimentos pessoais e científicos, descritos de maneira ímpar. Lembrou-se de congressos memoráveis, de colegas e explicou como a teoria dos redutos, de sua autoria,foiformulada.  Encerrou sua fala mostrando uma carta de protesto que acabara de enviar ao congresso que naquele momento votavam mudanças impostas ao Código Florestal para favorecer o agronegócio em detrimento do uso racional e preservação dos domínios paisagísticos brasileiros, especialmente da Amazônia.Como era de se esperar, o anfiteatro estava com superlotação e longas filas se formaram ao final, tanto para comprar o livro como para obter uma dedicatória do professor, o qual permaneceu até que o último livro fosse assinado, apesar do cansaço e da hora que se avançava. Parabéns ao CEGE(Centro de Estudos Geográfico ‘Capistrano de Abreu’) da USP pela iniciativa e organização da homenagem, à editora pela produção da obra e, sobretudo, ao prof. Aziz Nacib Ab´Saber que se tornou um ícone da ciência brasileira contemporânea.Luis Antonio Bittar VenturiProfessor doutor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo.

O eminente geógrafo e presidente de honra do ICArabe lança coletânea de suas obras mais importantes durante evento em sua homenagem.

Qui, 12/05/2011 - 22:45

 

Atividade reúne exposição fotográfica, debates e filmes sobre as revoluções que tomaram o Egito e outros países do mundo árabe em 2011Entre os dias 18 e 22 de maio, o ICArabe realiza, em parceria com a Matilha Cultural, o Festival Medrar (Cairo) e a Cinemateca Francesa, a mostra “Expressões da Revolução”. Fazem parte da atividade uma exposição do fotógrafo tunisiano Hamideddine Bouali, dois debates e exibição de filmes e documentários.Na quarta-feira, 18, Maged El Gebali (Egito) e Paola Giraldo (cientista política e porta-voz da revolução egípcia para a América Latina, no período em que a internet ficou cerceada) debatem os recentes acontecimentos políticos que culminaram com a queda do ditador Mubarak,no Egito. Já no dia 19, quinta-feira, Soraya Smaili (diretora cultural e científica do ICArabe), Marcia Camargos (escritora e historiadora) e Paola Giraldo participam de uma mesa de tema “A Mulher e a revolução no mundo árabe”. No sábado, 21, está programada ainda uma teleconferência com Aalam Wassef sobre “Mídia tática e guerrilha de informação no processo revolucionário do Egito”. A exibição de filmes acontece de 20 a 22 de maio e traz produções de países como Egito, Líbano, Iraque, Marrocos, França, Estados Unidos e Áustria. O destaque vai para a obra de Ahmad Sherif, realizada durante a ditadura de Mubarak e vencedora do prêmio Ars Electronica.As atividades acontecem na Matilha Cultural (Rua Rêgo Freitas, 542, Centro, São Paulo) e são gratuitas. ServiçoMostra Expressões da Revolução18 a 22 de maioLocal: Matilha Cultural - Rua Rêgo Freitas, 542, Centro, São PauloRealização: Matilha Cultural, ICArabe, Festival Medrar (Cairo) e Cinemateca FrancesaProgramação completaExposição fotográfica de Hamideddine Bouali.Fotógrafo da Tunísia, onde se deu o início de toda movimentação na região do Magreb e Oriente Médio.DebatesQUARTA DIA 18/0520h00 - Informações diretas sobre a revolução do Egitocom a presença de Maged El Gebali (Egito) e Paola Giraldo (cientista política e porta-voz da revolução egípcia para America Latina durante o período de cerceamento da internet no Egito)QUINTA DIA 19/0520h00 - A Mulher e a Revolução no Mundo Árabeabertura: Soraya Mislehcom a presença de: Soraya Smaili (ICArabe), Paola Giraldo e Márcia CamargosSABADO DIA 21/0516h00 - TELECONFERÊNCIA com: Aalam WassefMídia tática e guerrilha de informação no processo revolucionário do Egito.FilmesSEXTA DIA 20/0521h00 - Programa Egito ativista e Medrar novas expressõesAhmad Sherif Documentary - 9min (2008) CairoDocumetação apresetada no OK Museum of Contemporary Art, Linz (Austria)Prêmio Ars Electronica e menção honrosa na categoria Hybrid ArtsAhmed Sherif foi o codnome usado pelo artista Aalam Wassef para atuar durante a ditadura de Mubarak. Esse vídeo é um apanhado das ações de mídia tática e guerrilha de informação contra o regime e apresentam a criatividade tanto nas estratégias como nas formas artísticas produzidas por ele durante os últimos seis anos de ditadura.Fluttering Selfhoods - 46min - programação Medrar de vídeos (Cairo)The Princess, 3min, 2009 - Dir: Asmaa and Hind El kolalyA Letter to A Lover, 2min, 2007 - Dir: Shereen LotfeyKekh, 6 min, 2007 - Dir: Hosam ElsawahDon't Resign, 3min, 2008 - Dir: Ahmed ElshaerVolume, 2min, 2010 - Dir: Yara MekaweiShort film "more or less", 11:20, 2010 - Dir: Nada ZatounaThe Trip, 18:47, 2009 - Dir: Ahmed Nabil22h15 - Reel Bad Arabs - Como Hollywood Vilificou um povoDir: Sut Jhally - documentário (EUA) (50min) (2006)SABADO DIA 21/0516h00 - TELECONFERÊNCIA com: Aalam Wassef17h00 - Reel Bad Arabs - Como Hollywood Vilificou um povoDir: Sut Jhally - documentário (EUA) (50min) (2006)18h15 - Sob as Bombas (Sous les bombes)Dir: Philippe Aractingi – DocuFicção (França-Líbano) (98min) (2007)20h00 - Programa Egito ativista e Medrar novas expressõesAhmad Sherif Documentary - 9min (2008) CairoFluttering Selfhoods - 46min - programação Medrar de vídeos (Cairo)21h00 - Caos (Heya Fawda)Dir: Yoseff Chahine - Ficção (Egito) (124min) (2007)DOMINGO DIA 22/0517h00 - Sobre BagdadDir: Sinan Antoon - documentário (Iraque) (90min) (2004)18h45 - Programa Egito ativista e Medrar novas expressõesAhmad Sherif Documentary - 9min (2008) CairoFluttering Selfhoods - 46min - programação Medrar de vídeos (Cairo)20h00 - HarragasDir: Merzak Allouache - docuFicção (Marrocos) (95min) (2009)

Atividade reúne exposição fotográfica, debates e filmes sobre as revoluções que tomaram o Egito e outros países do mundo árabe em 2011.

Qui, 12/05/2011 - 21:22

Entre 16 de maio e 10 de junho, o Espaço Cultural Casa do Lago exibe ampla programação cultural sobre a Palestina. A atividade é organizada em parceria com o ICArabe.

Entre 16 de maio e 10 de junho, o Espaço Cultural Casa do Lago, ligado à Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), será sede de ampla programação cultural sobre a Palestina. A atividade é organizada em parceria com o ICArabe (Instituto da Cultura Árabe). Intitulada “Palestina: vida e sangue”, contará com exibição de três documentários (veja sinopses abaixo) e duas mostras fotográficas, que juntas contam cerca de 60 imagens sobre a vida do povo palestino nos territórios ocupados por Israel. “Retratos da vida palestina” reúne fotografias feitas pela palestino-brasileira Aline Baker em 2008, na região da Cisjordânia, as quais abrangem desde perfis dos seus habitantes até seu cotidiano de trabalho na colheita de azeitonas e de estudos, bem como suas expressões artísticas. Um dia a dia, como as imagens não deixam dúvidas, cercado por dezenas de assentamentos, soldados e postos de controle – atmosfera sob a qual a população local persiste e resiste, inclusive mediante manifestações culturais. Já “A eloquência do sangue”, do brasileiro Rogério Ferrari, abrange fotografias feitas entre janeiro e abril de 2002 e  mostra a realidade nua e crua da Palestina sob ocupação. Também retrata a resistência, sobretudo das pedras contra tanques. Parte das fotos é feita na Cisjordânia e parte em Gaza. Conhecido como o lugar mais densamente povoado do mundo, Gaza possui pouco mais de 300 quilômetros e 1,5 milhão de habitantes, a maioria deslocados internamente de suas casas após a criação do Estado de Israel em 15 de maio de 1948 – para os palestinos, a nakba (catástrofe em português). A esses refugiados e a muitos outros – estima-se que seriam no total 8 milhões, incluindo seus descendentes, em todo o mundo –, são 63 anos de espera por uma solução justa.  No período da exposição de fotos também serão exibidos três filmes do acervo do ICArabe. Dois deles documentam a nakba palestina e um aborda uma das ações de resistência para romper o cerco à Gaza. Além disso, estão previstos debates. Para a diretora cultural e científica do ICArabe, Soraya Smaili, as exposições retratam “aspectos importantes da vida do povo palestino, o seu cotidiano com toda a delicadeza e o humanismo, mas também com a tenacidade, a coragem e a resistência desses mais de 60 anos de ocupação. Um povo que já teve sua terra e luta com dignidade por sua vida". A historiadora Arlene Clemesha destaca que, a despeito do olhar diverso, as duas mostram a realidade comum a esses cidadãos, um dia a dia em que não apenas a luta usando pedras na intifada ante o exército de ocupação, mas também a insistência na colheita de azeitonas são atos de resistência. Na sua visão, a iniciativa dos fotógrafos é a maneira que encontraram de se somar a essa ação, por intermédio da cultura. O pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp, Mohamed Habib, conclui: “Essa universidade, através do Espaço Cultural Casa do Lago, em parceria com o ICArabe, já vem atuando no tema ‘cultura pela paz’. Nesse sentido, no ano passado, tivemos a mostra e a exposição de fotografias da sociedade israelense, além dessa sobre o povo palestino. Quero me congratular com a instituição e com o público que vem compartilhar conosco desses momentos de pluralidade cultural pela paz. Convido a todos.”   Sinopses dos filmesA catástrofe – Partes 1 e 2 (Al Nakba, the Catastrophe, 2007, Catar, cor, 240’) Direção: Rawan DamenGênero: DocumentárioSinopse: Al Nakba é um filme em série que mostra como ocorreu a chamada catástrofe palestina. A história começa no ano de 1799 e segue até os dias atuais. Para isso, utiliza um raro material, composto por documentos oficiais liberados após 50 anos de sigilo. Há ainda depoimentos de vários historiadores proeminentes e testemunhas que contam suas histórias.   Flotilha da paz (Gaza We are Coming, 2010, Grécia, cor, 48’) Direção: Yorgos Avgeropoulos e Yiannis KaripidisGênero: DocumentárioSinopse: Em agosto de 2008, dois pequenos barcos gregos de pescaria conseguiram furar um cerco naval imposto à região de Gaza pelo estado de Israel. O filme mostra a primeira de uma série de viagens, que reuniu 44 ativistas de todo o mundo. Juntos, conseguem quebrar o embargo, provando que a histórias é feita por aqueles que sonham e têm coragem de fazer o que parece irreal.   O ICArabe Fundado em outubro de 2004, o Instituto da Cultura Árabe visa promover e difundir a cultura árabe no Brasil. Com esse objetivo princípio, tem realizado inúmeras iniciativas, tais como mostras de cinema, exposições de arte e fotográficas, cursos, seminários e debates, inclusive com instituições parceiras. Com a iniciativa “Palestina: vida e sangue”, visa contribuir para ampliar o conhecimento sobre a questão palestina, apresentar ao público o cotidiano dos cidadãos que vivem sob ocupação militar e desmistificar, por intermédio da cultura, estereótipos amplamente difundidos pela grande mídia.   O Espaço Cultural Casa do Lago Vinculado ao programa da Pró-Reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), o Espaço Cultural Casa do Lago foi inaugurado em 18 de abril de 2002. Em área construída de aproximadamente 900m2, disponibiliza salas de cinema, multiuso e de exposições. Sua dinâmica é fomentar o diálogo artístico e cultural entre a comunidade acadêmica e os diversos segmentos da sociedade, com a compreensão de que isso é fundamental à formação dos estudantes da Unicamp.   Serviço: “Palestina: vida e sangue” – Mostra de filmes e exposições fotográficas Organização: Instituto da Cultura Árabe e Universidade Estadual de Campinas Quando: 16 de maio a 16 de junho de 2011 Exposições podem ser visitadas das 8h30 às 22h Sessões cinematográficas diariamente às 16h e às 19h Onde: Espaço Cultural Casa do Lago (Rua Érico Veríssimo, s/nº, Cidade Universitária Zeferino Vaz, Barão Geraldo, Campinas/SP – ao lado do Parque Ecológico Hermógenes de Freitas Leitão Filho, no campus da Unicamp), telefone (19) 3521-7851.Entre 16 de maio e 10 de junho, o Espaço Cultural Casa do Lago, ligado à Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), será sede de ampla programação cultural sobre a Palestina. A atividade é organizada em parceria com o ICArabe (Instituto da Cultura Árabe). 

Sex, 06/05/2011 - 08:59

 

Capoeira reforça intercâmbio cultural entre Brasil e LíbanoO Líbano recebeu, entre os dias 19 e 24 de abril, a visita do capoerista Mestre Nenel (Manoel Nascimento Machado), filho do legendário Mestre Bimba  (Manuel dos Reis Machado - 1900-1974), um dos mais célebres capoeristas brasileiros e considerado o pai da capoeira regional, que ele criou em 1928 - uma mistura de batuque com capoeira Angola. Mestre Bimba recebeu o título de Doutor Honoris Causa da Universidade Federal da Bahia em 1996. Seu filho, Mestre  Nenel, criou a fundacao "Filhos de Bimba",  em 1986,  com o objetivo de guardar os ensinamentos do seu pai. Viaja sempre pelo Brasil e exterior para visitar as escolas que seguem a tradição de seu pai. No exterior, há escolas nos EUA, na Europa e no Líbano, a primeira do Oriente Médio. Em 2009, o jovem Nassib El-Khoury, libanês, após ter estudado e praticado capoeira da tradição de Mestre Bimba, criou uma escola em Beirute, com a assitência dos capoeristas e professores brasileiros Roberta Cecilia Meireles Santana e Ricardo Santos de Jesus. A escola conta com aproximadamente 40 jovens, rapazes e moças, libaneses que praticam a capoeira. Além disso, a escola ensina a língua  portuguesa e a cultura brasileira, um dos princípios dos Filhos de Bimba é transmitir também a cultura no exterior.Meste Nenel visitou o Líbano para avaliar os estudantes capoeristas libaneses, e esteve também no centro de estudos e culturas da América Latina, na Universidade Saint-Esprit de Kaslik (CECAL-USEK, diretor Roberto Khatlab), com o qual já vinha mantendo correspondência. A tradição de Mestre Bimba, conservada por seu filho, Mestre Nenel, transmite  não só uma técnica esportiva, mas tambem uma cultura e trabalho para o desenvolvimento da pessoa como um todo. Os Filhos de Bimba também têm como objetivo um trabalho junto aos estudantes, sendo que o princípio de Mestre Bimba, a capoeira, é a formacao do cidadão.A escola dos Filhos de Bimba está em contato com a Universidade e vários estudantes já praticam a capoeira. A Escola também está em contato com o Grupo infantil de tradições brasileiras Alecrim, ligado ao Conselho de Cidadãos Brasileiros do Líbano, e que iniciará um programa com as criancas de Baalbeck, no Vale do Bekaa. Fonte: www.fbeclebanon.com

Mestre Nenel, figura importante da capoeira brasileira, foi ao Líbano para visitar a escola que ensina a prática no país, a primeira do Oriente Médio. 

Sex, 29/04/2011 - 08:35

Realizado de 21/3 a 13/4/2011, no auditório da Ação Educativa - São Paulo (SP)

Qua, 27/04/2011 - 21:00

Aula do curso "Oriente Médio Árabe: passado recente e configurações atuais", realizado pelo ICArabe, entre 8 de junho e 6 julho de 2010, na Câmara de Comércio Árabe Brasileira.

Qua, 27/04/2011 - 20:48

Abertura da 5ª Mostra Mundo Árabe de Cinema, no Cinesesc. Exibição do filme Porta da Web.Nessa edição, foram apresentados 14 filmes, sobre assuntos relacionados ao mundo árabe em geral.

Qua, 27/04/2011 - 20:39

Abertura da 4ª Mostra Mundo Árabe de Cinema, no CineSesc.

Qua, 27/04/2011 - 20:28

Realização no Cinesesc. Com o tema Clássicos do Cinema Egípcio, reuniu nove filmes de 1948 até a década de 1970.A programação incluiu ainda um encontro com o crítico de cinema egípcio Essam Zakarea.

Qua, 27/04/2011 - 20:21

Um grande debate sobre os principais temas abordados durante as aulas encerrou ontem, 13/4, o curso “Países Árabes: Conjuntura Atual e Perspectivas”.  

Qui, 14/04/2011 - 17:21

Música, dança e poesia árabes coloriram e empolgaram cerca de 100 pessoas na Praça das Bibliotecas do Centro Cultural São Paulo (CCSP), na noite de 7 de abril, durante a apresentação de um Diwan, promovido pelo ICArabe na capital paulista.

Qua, 13/04/2011 - 19:46

 

ICArabe promove debate de encerramento do curso "Países Árabes: Conjuntura atual e Perspectivas"Na próxima quarta-feira, dia 13 de abril, acontece o encerramento do curso "Países Árabes: Conjuntura atual e Perspectivas". Como tem se tornado praxe em todos os cursos organizados pelo ICArabe, a atividade termina com um grande debate em que são retomadas as principais questões discutidas ao longo das aulas, com a presença dos professores e de outros convidados.O tema do debate será "A nova configuração e as relações com Israel. Petróleo e a crise mundial do capital. O Islã e a revolução árabe", e contará com a participação de Aziz Ab’Saber, Mohamed Habib, Valério Arcary, Emir Mourad, Mamede Jarouche, Murched Taha e José Farhat. A coordenação é da jornalista e diretora do ICarabe, Soraya Misleh.O debate acontece a partir das 19h, no Espaço Cultura da Ação Educativa (Rua General Jardim, 660 – Vila Buarque – metrô Santa Cecília), e será aberto ao público - inclusive àqueles que não se inscreveram no curso.

Na próxima quarta-feira, dia 13 de abril, acontece o encerramento do curso "Países Árabes: Conjuntura atual e Perspectivas". A atividade termina com um grande debate aberto ao público, com a presença dos professores e convidados.

Sex, 08/04/2011 - 10:10

 

Política externa dos EUA no Oriente Médio é tema da aula de Reginaldo NasserO professor de relações internacionais na PUC-SP retornou ao curso "Países Árabes: Conjuntura atual e Perspectivas" para discutir a ação dos Estados Unidos em diversos países e situações que envolvem o Oriente Médio e o mundo árabe. Para Reginaldo Nasser, o primeiro requisito para entender a interferência dos EUA na história do Oriente Médio é pensar como o país. A partir disso, o professor colocou o conceito de organização interna americano, em oposição ao que os EUA consideram a desordem interna que existe dentro de alguns países. Para eles, Estados considerados fracos podem contaminar o mundo com seus problemas, como aconteceu em 1973, com a crise do petróleo, que afetou a economia mundial. Segundo o professor, a tendência é considerar que ameaças como terrorismo, criminalidade, drogas, vêm de Estados desordenados que precisam de intervenções. Na década de 1990, é inclusive criado o conceito de Estado pária ou delinquente, que não age de forma racional. Esses países, cuja racionalidade não é a mesma dos EUA, segundo eles mesmos, oferecem perigo pois ignoram as tentativas de contenção ou distenção promovidas pela política externa estadunidense.Reginaldo Nasser falou também sobre a ascensão recente dos neoconservadores, que começam a se organizar para combater as transformações culturais propostas pelas mobilizações de 1968 em todo o mundo. Em princípio, se aproximam do Partido Democrata e depois migram para o Republicano, ao se identificarem com Ronald Reagan. Após os acontecimentos de 11 de setembro, os neoconservadores ascendem rapidamente e se fortalecem dentro do governo de George W. Bush. Como exemplo, citou a participação do historiador Bernard Lewis, que chegou a desenhar um novo mapa para o Oriente Médio, que seria implementado após um guerra mundial. Segundo o professor, a ideia consiste na criação de um arco de crise que provocaria a desestabilização interna dos Estados inimigos, provocando insurgências que terminariam de falir o que já está falido, e reconstruir o país por meio de ação militar em bases favoráveis aos EUA. O professor frisou também que o conceito de intervencionismo está presente tanto no Partido Democrata como no Republicano, pois a configuração política dos países do Oriente Médio, África e Ásia não se encaixa na ideia de Estado Nacional defendida pelos Estados Unidos.

O professor de relações internacionais na PUC-SP retornou ao curso "Países Árabes: Conjuntura atual e Perspectivas" para discutir a ação dos Estados Unidos em diversos países e situações que envolvem o Oriente Médio e o mundo árabe. 

Sex, 08/04/2011 - 09:58

 

Professor do curso de Relações Internacionais da PUC-SP, Reginaldo Nasser conduziu uma discussão sobre os vários aspectos que envolvem a questão do terrorismo, na terceira aula do curso "Países Árabes: Conjuntura Atual e Perspectivas", realizada na segunda-feira, 28/3. Na programação original, o terceiro encontro contaria com a participação do jornalista samy Adghirni, da Folha de S. Paulo, que está na Líbia fazendo a cobertura do conflito e não pôde estar presente.Nasser é mestre em Ciência Política pela UNICAMP e doutor em Ciências Sociais pela PUC-SP. Especializado em segurança internacional, Nasser falou sobre os mitos e preconceitos que envolvem a caracterização de árabes como terroristas, como por exemplo, a afirmação de que as pessoas que optam por praticar atentados sejam movidas principalmente por motivos religiosos. Para o professor, as razões que motivam a realização de atentados terroristas estão relacionadas à situações de imensa assimetria de poder e opressão. Atualmente existe a tentativa de caracterizar o que seria o "novo terrorismo", em contraposição ao "antigo terrorismo". Essa corrente defende que os chamados "novos terroristas" sejam vistos como fanáticos, irracionais, movidos por desejos de destruição e privados de motivações políticas, enquanto o "velho terrorismo" seria pragmático e organizado de forma hierárquica. Nasser rebate esse tipo de tese, afirmando que as ações têm muito mais a ver como tentativas de atacar um foco que não possa ser vencido, ou seja, inimigos muito fortes. Para ilustrar, ele problematizou a inexistência de atentados que sejam capazes de dizimar grandes contingentes de população, o que aconteceria se fossem utilizadas armas químicas ou ataques à centrais nucleares.Para ele, a diferença está na forma como a sociedade se articula atualmente, a partir do fenômeno da globalização e da capacidade de utilizar meios como a internet para potencializar as ações. Segundo Nasser, apesar da fragilidade do conceito de "novo terrorismo", ele é amplamente aceito e difundido pelos meios hegemônicos. O professor criticou também a forma como a questão do terrorismo costumam ser simplificada como a luta do bem contra o mal, ao invés de estudada em sua complexidade.

Professor do curso de Relações Internacionais da PUC-SP, Reginaldo Nasser conduziu uma discussão sobre os vários aspectos que envolvem a questão do terrorismo, na terceira aula do curso "Países Árabes: Conjuntura Atual e Perspectivas", realizada na segunda-feira, 28/3. 

Sex, 01/04/2011 - 13:26

 

O ICArabe realiza no dia 7 de abril, quinta-feira, um Diwan com poemas de autores do norte da África e Levante, e aproveita a ocasião para  render homenagem à luta dos povos árabes que recentemente derrubaram ditaduras no Egito e Tunísia. A atividade acontece a convite do Centro Cultural São Paulo para inaugurar o programa "Poesia dos quatro cantos”,  dedicado à divulgação da poesia internacional, uma iniciativa da nova curadoria de literatura da casa, sob direção do poeta Claudio Daniel.Diwan é um projeto do ICArabe que reúne poesia, música e dança árabe, com o objetivo de recuperar uma tradição poética e performática, criada e cultivada pelos árabes desde tempos anteriores ao islã, quando tinha a função vital de preservar a língua, guardar saberes e tradições, transmitir a história e fortalecer a identidade coletiva das tribos e clãs.Essa tradição difundiu-se durante a expansão islâmica, como uma arte elevada que marcava a supremacia cultural árabe, cultivada e apreciada, sobretudo nas festas das cortes, em que os recitais de poesia eram acompanhados, na maioria das vezes, por música e dança.O Diwan conta com poemas de Amina Said (Tunisia), Youssef Rzouga (Tunísia), Amal Dunqul (Egito), Rejeb ben Sahli (tradição beduína), Mahmoud Darwish (Palestina), Nazik al Malaika (Iraque), Joumana Haddad (Líbano) e Michel Sleiman (Brasil), intercalados por músicas e danças tradicionais como baladi (dança oriental egípcia), saaidi (dança do bastão), solo de percussão oriental e dabke. Participam do evento os músicos Jihad Smaili, Maurício Mouzayek, Ely Mouzayek, William Bordokan, Bruno Mansini, a bailarina Fadua Chuffi, o dançarino Kamis Araman, Leandra Yunis e o poeta Michel Sleiman. A atividade acontece das 20h30 às 22h, na Praça das Bibliotecas, no CCSP. A entrada é franca e não há necessidade de retirada de ingressos.Serviço
Diwan
7 de abril de 2011 (quinta-feira)
Das 20h30 às 22h
Praça das Bibliotecas – Centro Cultural São Paulo
Rua Vergueiro, 1000, Paraíso (metro Vergueiro).
Informações à imprensaLeandra Yunis11 8342 3118FICHA TÉCNICA:CURADORIA e DECLAMAÇÃO– Michel SleimanDIREÇÃO ARTÍSTICA: Leandra YunisINTERPRETAÇÃO COREOGRÁFICA: Fádua ChuffiDIREÇÃO MUSICAL E INTERPRETAÇÃO: Jihad SmailiPERCUSSÃO: Maurício Mouzayek, Ely Mouzayek e Bruno MansiniINSTRUMENTOS DE SOPRO: William BordokanDABKE (Dança tradicional árabe): Kamis AramanInformações sobre os participantesMichel Sleiman é presidente do ICArabe e professor doutor de Língua e Literatura Árabe da Universidade de São Paulo. Participou de livros coletivos de poemas. Tem dois livros de crítica e tradução da poesia árabe-andalusina: A Poesia Árabe-Andaluza (Coleção Signos, da Perspectiva, 2000) e A Arte do Zajal (Coleção Estudos Árabes, da Ateliê, 2007). Dirige a Revista Tiraz de Estudos Árabes e das Culturas do Oriente Médio e preside o Instituto da Cultura Árabe, em São Paulo.Leandra Yunis é descendente de árabes e ciganos calom, historiadora e professora de danças orientais há mais de 10 anos. Desenvolveu uma linguagem autoral e contemporânea de interpretação das danças de origem árabe, persa e cigana, fundamentada pelas tradições poéticas e literárias de suas respectivas culturas. Colaboradora do núcleo de poesia e dança do Instituto da Cultura Árabe de São Paulo, participou e produziu diversos espetáculos de dança e poesia, entre eles os DIWANS II, III, IV e V. Desenvolve pesquisa de mestrado sobre a relação entre poesia e dança nas Letras Orientais da USP, e dirige o projeto de pesquisa de interculturalidade em danças orientais EntreVentres:  www.entreventres.blogspot.comJihad Smaili descende de uma linhagem de músicos tradicionais árabes e possui uma sólida trajetória de espetáculos e eventos com bailarinas e músicos renomados mundialmente. Com uma longa experiência musical no Líbano e Egito, retornou ao Brasil em 2001, onde promoveu o resgate das tradicionais rodas de dabke, tradição popular típica do Oriente Médio. Desde então, desenvolve trabalho artístico próprio que, além da valorização e resgate das tradições árabes, busca estabelecer um diálogo musical entre as culturas orientais e ocidentais. Sua proposta inovadora e ao mesmo tempo enraizada na rica tradição oriental, valoriza o trabalho com músicos de origem árabe com instrumentos típicos.Seu grupo é formado por:William Bordokan é musico multi-instrumentista. De uma família de músicos de origem libanesa, compõe um dos mais renomados grupos de música clássica oriental do país, o Grupo Sami Bordokan, onde apresentam desde composições próprias até interpretações da música medieval e de câmara oriental, presentes no CD lançado pelo grupo, “A corda da Alma”. Já se apresentou no Sesc Vila Mariana (Festival Mundial ), Sesc Pompéia; Sesc Consolação (“Oriente Próximo” e “Sem Fronteiras”); na Bienal Internacional de Música em Belém(PA); na II Mostra da Cultura árabe-islamica em Campinas; no evento “São Paulo de Todo o Mundo “ no Centro Cultural Banco do Brasil, entre outros. À convite do maestro Carlinhos Antunes integrou a “Orquestra Mundana” ao lado de artistas internacionais, que também resultou em um CD publicado pelo selo SESC e já no inicio deste ano participou do evento de abertura da nova programação da Biblioteca Mário de Andrade “São Paulo: seus povos e suas músicas”, com peças tradicionais e improvisações musicais árabes sobre a interpretação da Cantiga de Santa Maria, executada por Anna Maria Kieffer, e a encenação do Grupo Trivolim da cavalhada, tradição que recupera, em música e dança, as guerras entre mouros e cristãos, mostrando a influência cultural árabe na península ibérica e no Brasil colonial. www.samibordokan.com.brEly Mouzayek percussionista profissional de origem síria, integrante do Conjunto Mouzayek, um dos pioneiros da música árabe no Brasil. O grupo já lançou vários CDs da coleção “Belly Dance Oriente” - atualmente no volume 41 – com mais de 500 mil CDs vendidos. Em virtude de seu sucesso no Brasil, o grupo ficou conhecido internacionalmente, fazendo shows no exterior como em: Nova Iorque, Los Angeles, Egito, Buenos Aires, Uruguai, Panamá, Costa do Marfim, Venezuela, Paraguai entre outros lugares.Maurício Mouzayek é um dos mais requisitados percussionistas árabes nos eventos de dança do ventre e show de música árabe no Brasil e no exterior, com músicos e bailarinas de todo mundo. Sua especialidade é o daff (pandeiro árabe). Além de integrar o Conjunto Mouzayek, é artista convidado no Grupo Sami Bordokan, na banda liderada por Jihad Smaili e em praticamente todos os principais eventos da cultura árabe, transitando do tradicional ao clássico com desenvoltura. No Brasil tem-se apresentado em todos os shows de artistas internacionais, como Amal Murkus, Hossam Ramzi, etc, e participou recentemente da programação no Museu da Casa Brasileira, no show Arabesque, sob a direção musical do multi-instrumentista Mario Afonso III (Mawaca, Trio Lume). Em 2002, esteve em Boston, tocando com um dos maiores expoentes da música oriental, o multi-instrumentista Omar Faruk www.tonymouzayek.com.br )Bruno Mansini é baterista profissional e participa como convidado em trabalhos experimentais com músicos árabes. Estuda percussão desde o 4 anos de idade. Teve contato com variados mestres, com os quais também aprimorou seus estudos de percussão sinfônica e percussão popular. Cursou bacharelado em composição musical, e desde a faculdade percebeu o enorme fascínio que sentia pela arte dos povos orientais, quando iniciou seus estudos de música clássica indiana. Especializou-se em “ritmologia oriental”, e atualmente além de conhecer sobre a música que é feita pelos variados povos do oriente, tem atuado como instrumentista nos mais variados grupos de música oriental do Brasil.Fadua Chuffi é bailarina profissional, com formação em ballet clássico, flamenco e árabe, tendo estudado com os principais mestres dessas modalidades na Espanha.  Possui uma sólida trajetória de destaque no Brasil e no mundo: Estados Unidos, Espanha, Portugal, Bélgica, Chile, Argentina, Colômbia, Líbano, Emirados Árabes. Entre seus destaques internacionais estão o espetáculo A NOITE DO MEDITERRÂNEO durante as comemorações dos CEM ANOS DE ARTE EM NOVA IORQUE; capa da revista internacional de dança oriental ARABESQUE e como bailarina convidada da EXP0'92 em Sevilha no Pavilhão de Marrocos e dos Festivais anuais de dança oriental NAHR EL CALB, no Líbano, AHLAN UA SAHLAN, no Egito. No Brasil, recebeu medalha de ouro ao mérito artístico e cultural do governo federal por sua atuação e promoção da cultura árabe no país. Trouxe com pioneirismo grandes mestres da dança oriental e folclores árabes e foi produtora e bailarina do espetáculo coreográfico e musical ao vivo JARDIN DE LA DANZA em São Paulo sob a direção do artista e diretor Shokry Mohamed (Egito/Espanha), trabalho inédito do gênero no país. Além disso, foi apresentadora do quadro de cultura e dança do PROGRAMA BRASIL-ÁRABE realizado na rede Mulher de televisão e bailarina convidada da novela O Clone. www.fadua.pro.brKamis Araman é ator, bailarino e professor de dabke, desde os 8 anos. É descendente de Palestinos e iniciou seus estudos com o professor , coreógrafo e bailarino Nasser Mohamad, com o qual atualmente  atua hoje em dia no grupo profissional de dabke, fazendo diversos eventos em todo Brasil.Dentre suas diversas apresentações, podemos destacar o show na Venezuela em um congresso mundial que foi organizado por Hugo Chávez.Hoje ministra aulas em varias escolas de São Paulo e é coordenador de alguns grupos folclóricos fora da Capital de São Paulo também. Com sua notável destreza e habilidade conquistou o 1º lugar no concurso nacional de dança árabe no Brasil,Mercado Persa 2009, categoria dupla, ao lado de seu primo e também bailarino Ahmad.  www.kamisaraman.com.br

O ICArabe realiza no dia 7 de abril, quinta-feira, um Diwan com poemas de autores do norte da África e Levante, e aproveita a ocasião para  render homenagem à luta dos povos árabes que recentemente derrubaram ditaduras no Egito e Tunísia.

Qui, 31/03/2011 - 16:36

Na última segunda-feira, 21 de março, aconteceu a abertura e primeira aula do curso Países Árabes: conjuntura atual e perspectivas, realizado pelo ICArabe, com apoio do NEHTIPO e da Ação Educativa. A atividade bateu o recorde de inscrições, com muitos interessados em lista de espera. 

Qui, 24/03/2011 - 11:37

 

América Latina é tema de palestras no LíbanoA Universidade Saint-Esprit de Kaslik deu início, nesta semana, a um ciclo de palestras sobre as políticas externas de países da América Latina. O primeiro tema foi o Brasil.Nesta semana teve início, no Líbano, um ciclo de palestras e cursos sobre políticas estrangeiras da América Latina para o Oriente Médio. A realização é do Centro de Estudos e Culturas da América Latina, da Universidade Saint-Esprit de Kaslik (Cecal-Usek), juntamente com o Instituto Superior das Ciências Políticas e Administrativas da Usek e o Departamento Estudantil da mesma universidade. Os debates, que ocorrem na Usek, seguem até o mês de maio, de acordo com o diretor do Cecal, Roberto Khatlab.A primeira palestra aconteceu na última quinta-feira (17) e foi feita pelo embaixador do Brasil no Líbano, Paulo Roberto da Fontoura, a professores, estudantes, diplomatas e o público em geral. O diplomata exibiu um pequeno filme, que mostra um panorama político, econômico e social do Brasil, e em seguida falou sobre a política externa brasileira, o desenvolvimento da relações com o Oriente Médio, especialmente com o Líbano."Nós estamos ligados aos países árabes pelas raízes brasileiras na Península Ibérica, bastante influenciada pela presença árabe, como também pela imigração originária da região e, sobretudo, do Líbano. A capacidade de adaptação dos imigrantes árabes no país que os acolheu foi correspondido, igualmente, por uma grande capacidade, da parte do povo brasileiro, de absorver seus costumes e seus valores”, disse o embaixador.Ouviram a palestra pessoas como o secretário-geral da Usek, Michel Abou Tacca, o cônsul geral do Brasil no Líbano, Renato Menezes, o vice-cônsul do Brasil no Líbano, Saulo Carvalho, o diretor do Instituto de Ciências Políticas da Usek, Georges Yahchouchy, a decana da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da universidade, professora Hoda Nehme, e o próprio Khatlab, entre outros.O ciclo é uma iniciativa do diretor do Cecal, que entrou em contato com embaixadores de países da América Latina no Líbano (Brasil, Argentina, Cuba, Colômbia, Paraguai, Venezuela, México, Uruguai e Chile) e os convidou para realizar as palestras. Elas são voltadas a estudantes de Ciências Políticas, Jornalismo e Direito. A participação dos alunos da Usek, destas áreas, é obrigatória e vale créditos, de acordo com Khatlab. Mas a participação também é aberta a estudantes de outras instituições e ao público em geral."O objetivo é sensibilizar os estudantes sobre a questão da América Latina para uma melhor compreensão das questões políticas do século 21, sobre o desenvolvimento dos países da região. Em geral, a América Latina é estudada superficialmente nas universidades locais e o Cecal tem com objetivo fortalecer os laços de amizade entre o Líbano e os países latino-americanos através de conhecimentos em todas as áreas”, diz Khatlab.As palestras vão acontecer todas as quintas-feiras, de 17 de março até 19 de maio. No dia 24 de março o tema é Paraguai, no dia 31 de março, Cuba, em 07 de abril, Argentina, em 14 de abril, México e, em 28 de abril, Venezuela. No dia 05 de maio será a vez do Uruguai, no dia 12 de maio do Chile e no dia 19 de maio a Colômbia.

A Universidade Saint-Esprit de Kaslik deu início, nesta semana, a um ciclo de palestras sobre as políticas externas de países da América Latina. O primeiro tema foi o Brasil.

Qui, 24/03/2011 - 10:35

 

Para aumentar o intercâmbio esportivo entre os dois países, representantes da Universidade de Saint-Esprit de Kaslik, do Líbano, estão no Rio de Janeiro e vão discutir a abertura da escola.Marina Sarruf marina.sarruf@anba.com.brSão Paulo – Ensinar as técnicas do futebol brasileiro para crianças no Líbano faz parte do plano do Centro de Estudos e Cultura da América Latina (Cecal) da Universidade de Saint-Esprit de Kaslik (Usek). Para tratar do assunto, representantes da Usek estão no Rio de Janeiro, onde já fizeram contato com o jogador Bebeto.De acordo com o diretor do Cecal, Roberto Khatlab, a ideia é abrir uma escola na universidade e dar o nome de Bebeto. “Já estivemos com ele e Bebeto aceitou a homenagem da Usek, agora vamos iniciar os acordos para que a escola seja inaugurada este ano ainda”, afirmou Khatlab.Para ensinar o futebol, a universidade quer levar uma equipe de treinadores brasileiros para o Líbano. A ideia é que a as turmas tenham idade mínima de 10 anos. Segundo Khatlab, a Usek já conta com uma estrutura para montar a escola. O projeto faz parte do programa de intercâmbio esportivo entre o Líbano e os países da América Latina.Khatlab acredita que com a abertura da escola, não apenas crianças e jogadores libaneses vão se interessar. “Podemos receber jogadores de outros países árabes também”, disse. Para a inauguração da escola, o Cecal quer levar o jogador Bebeto, que hoje é deputado estadual.José Roberto Gama de Oliveira, conhecido como Bebeto, foi um dos maiores atacantes brasileiros nos anos 80 e 90. No Brasil, o jogador fez parte dos times do Flamengo e Vasco da Gama, além da seleção brasileira. Na seleção, em 1994, ao lado do Romário, formou uma dupla de atacantes que ficou na história. Foi nesse ano, que o Brasil levou o tetracampeonato, nos Estados Unidos.Khatlab está no Rio de Janeiro com o diretor da biblioteca central da Usek, Joseph Moukarzel, e o diretor de Serviços Esportivos da Usek, Fouad Saliba. A delegação libanesa também é formada por 14 jogadores de vôlei da universidade, que vieram ao Brasil para disputar a 1ª Copa Internacional de Vôlei, de 01 a 03 de março. Os jogos fazem parte do intercâmbio esportivo do Cecal.

Para aumentar o intercâmbio esportivo entre os dois países, representantes da Universidade de Saint-Esprit de Kaslik, do Líbano, estão no Rio de Janeiro e vão discutir a abertura da escola.

Qua, 09/03/2011 - 21:19